sábado, 26 de fevereiro de 2011

Sanatório

      Em completa desobediencia a cronologia dos fatos, o próximo post se trata da minha viagem ao Sana(feita a alguns meses atrás). E já de passagem vou dizendo que é mais um desse lugares tirados de dentro dos nosso sonhos, uma intrigante mistura entre o labirinto do fauno e  mundo de Nárnia. Um lugar que se tem a sensação de que a qualquer momento pode se deparar com um gnomo tomando banho de cahoiera o uma fada pegando sol, o que se segue é uma fantasiosa, porem real historia desses fins de semana e feriados que não nos permitimos esquecer. que mesmo daqui a cinquenta anos lembraremos de detalhes que nem as máquinas conseguiram registrar.

    Viagem começou na noite anterior ao embarque no ônibus que me levaria até Casemiro de Abreu, usei a casa de um casal de amigos como base avançada antes da viagem, por completa imbecilidade minha, não comprei a passagem com antecedência. o que evidentemente me gerou um certo transtorno, então após uma noite de cerveja, snacs, uma noite mais uma vez mal dormida, uma carona com Allan e sua diginissima patroa monik chego a rodoviaria de niterói. Logo na chegada conheço um sujeito com pinta de malandro do suburbio que me oferece transporte pra casimiro, peço pra ele me aguardar alguns minutos e vou até o guiche conferir o horário dos ônibus, descobiri que só haveria buzão 3 horas depois, e que o malandro do suburbio, malandramente arrumou alguem pro me lugar e meteu o pé. Montei em um coletivo rumando ao rio e desci pela novo rio, depois de gastar um tempinho propcurando o guiche certo e uma fila insuportável consegui a passagem que me deixaria a 40 minutos do sana. embarquei sem maiores problemas no horário em que estava marcada a passagem, viagem rápida até casimiro, na companhia de uma garrafinha d'agua um trakinas e meu inseparevel travesseiro, tirei uns dois cochilos pratiquei malabarismo no apertado banheiro, e antes que eu esperava ja tinha chegado. Tratei logo de descobrir de onde partiria a kombi que me levaria ao Sana.

    Chego na fila da kombi( fato curioso sobre kombis, não importa o ano ou estado de conservação, todas fazem o mesmo barulho quando se bate a porta, um desconfortavel barulho de lata com lata) e por falar em desconforto, dividi o banco da frente da kombi com o motorista, um sujeito que gostava de contar vantagem, a minha mochila que é grande pra cacete e minha não menos imensa barraca. depois de 40 minutos chacoalhando, sentindo caimbras e ouvindo as lorotas do sujeito ao meu lado chegamos ao sana.

    Tive uma ótima primeira impressão da cidade, super limpa e muito pequena, como eu imaginava. Achei sem problemas o meu camping seguindo as dicas do loroteiro da kombi, que também estava acampado por lá, fiz o "check in" no camping Art café (recomendadisimo), e fui logo tratar de arrumar a barraca, estava louco de ansiedade pra conhecer o lugar. Depois de uma rápida volta de reconhecimento, conheci o riozinho que passa preguiçoso por de trás camping. Armei a barraca com muito custo e pulei fora rumo a cachoeira mais próxima.

    Com poucas informações colhidas pelo caminho achei sem problemas o escorrega, duas pedras bem lisas onde qualquer um pode sentar a bunda na agua gelada e escorregar até um poço que tem no final das pedras, era possível observar alguns pequenos grupos sentados as margens do rio, papiando sem muita preocupação. fiquei paradão ali olhando tudo, como um caipira que chega pela primeira vez na cidade grande. kkkkkkk era justamente o oposto, tanta beleza me deixou sem muita reação, queria observar tudo e guardar o máximo na memória( que não é la muito boa). Passado um tempo comecei a subir pelo rio afim de explorar o lugar, com cinco minutos de caminhada, achei uma cena curiosa, que não é a primeira vez que via, em outras viagens que serão abordadas aqui no blog, ja tinha visto coisas desse tipo, no alto de algumas pedras se viam algumas pedras de porte bem menor empilhadas umas sobre as outras, tais montinhos de pedras estavam por todos
os lugares, como se fossem enfeites em um lugar que não precisa de mais nada pra chamar a atenção. Com a fome me chamando de volta ao planeta terra, refaço o caminho pelo rio até o escorega e ganho a trilha na direção da cidade. Chegando no acampamento, pego algumas coisas como panela e miojo e me mando pra cozinha afim de preparar minha comida mas, antes mesmo de eu botar a água para esquentar três gurias do sul me ofercem parte do macarrão que elas tinham feito, alegando terem cozinhado macarrão de mais. fazer o que né?!?!?! parti pra dentro do macarrão que não estava tão mal como a aparencia da cozinha sugeria.
Termiando o almoço fui socializar com a galera do camping.

+embreve

  

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